Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Francieli G Pan
Nome: Alana Caroline Sartori
Nome: Ana Paula Lima da Silva
Série: 2º Turma: 202
Limão e Bicarbonato
Limão e bicarbonato
Materiais utilizados:
Um limão partido em duas partes, um pouco de bicarbonato, um pequeno prato, um pires, por exemplo.
Procedimentos:
• Coloque um pouco de bicarbonato no pequeno prato.
• Esprema o limão em cima do bicarbonato, de forma a cair poucas gotas no sólido.
• Observe o que ocorre.
Bibliografia: http://www.quiprocura.net/experiencias/limao.htm
Flores da Cunha 29 de Março de 2010.
Você pode se perguntar o que um televisor tem a ver com Química? A produção de diversos materiais que constituem a televisão depende dos conhecimentos de Química. E isso acontece também com muitos outros produtos presentes em nosso dia a dia, que em cuja composição a ciência está presente. Neste blog você encontrará algumas curiosidades explicadas pela química e muito mais.
Seguidores
Translate
TABELA PERIÓDICA DOS ELEMENTOS
EXPERIMENTOS LOUCOS DE QUÍMICA
domingo, 9 de junho de 2013
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael.
Disciplina: Química.
Professora: Franciéli G. Pan.
André Galiotto.
Luana Mezzomo.
Série: 2º ano. Turma: 202.
Gelo quente instantâneo
Matérias utilizados:
• Acetato de sódio;
• Água;
• Panela.
Modo de fazer:
Dissolver o acetato de sódio em água e ferver. Mexer constantemente, até dissolver. Quando dissolvido despeje em um vidro e leve ao freezer. Certifique-se de que a sobra do químico dissolvido permanece na panela. Despeje um recipiente. Agora, toque, no liquido, e assim terá o gelo instantâneo.
É uma solução super saturada de acetato de sódio que se encontra em um tipo de equilíbrio chamado meta estável. Quando o sistema é perturbado, um pequeno cristal de acetato de sódio, ele reorganiza a rede cristalina se tornando sólido. Isso acontece liberando o calor latente, por isso o nome de gelo quente. Um caso mais comum de metaestável é a cerveja, quando é perturbada (quando pegamos no congelador) ela sai do equilíbrio meta estável e se congela. Essa solução, pode também ser usada para fazer esculturas.
Bibliografia: http://www.youtube.com/watch?v=1qSLkm5y2ao&feature=player_embedded;
Flores da Cunha, 09 de abril, 2010.
Disciplina: Química.
Professora: Franciéli G. Pan.
André Galiotto.
Luana Mezzomo.
Série: 2º ano. Turma: 202.
Gelo quente instantâneo
Matérias utilizados:
• Acetato de sódio;
• Água;
• Panela.
Modo de fazer:
Dissolver o acetato de sódio em água e ferver. Mexer constantemente, até dissolver. Quando dissolvido despeje em um vidro e leve ao freezer. Certifique-se de que a sobra do químico dissolvido permanece na panela. Despeje um recipiente. Agora, toque, no liquido, e assim terá o gelo instantâneo.
É uma solução super saturada de acetato de sódio que se encontra em um tipo de equilíbrio chamado meta estável. Quando o sistema é perturbado, um pequeno cristal de acetato de sódio, ele reorganiza a rede cristalina se tornando sólido. Isso acontece liberando o calor latente, por isso o nome de gelo quente. Um caso mais comum de metaestável é a cerveja, quando é perturbada (quando pegamos no congelador) ela sai do equilíbrio meta estável e se congela. Essa solução, pode também ser usada para fazer esculturas.
Bibliografia: http://www.youtube.com/watch?v=1qSLkm5y2ao&feature=player_embedded;
Flores da Cunha, 09 de abril, 2010.
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Francieli G. Pan
Alunos: Renan Antônio Bolzan, Willer Barcarro
Alunos: Renan Antônio Bolzan, Willer Barcarro
Série:1º Turma:104
Teste de Chama com Spray
Na fase gasosa um átomo é capaz de apresentar somente absorção e emissão de elétrons; ou seja os elétrons presentes na última camada (elétrons de valência) saltam para níveis superiores de energia. No caso do sódio, por exemplo, os elétrons de valência passam do estado fundamental 3s ao absorverem energia passam para os orbitais excitados 3p, 4p ou 5p. Após alguns mono segundos ao liberarem a energia absorvida (hv), os elétrons retornam para o estado fundamental. Isso ocorre devido à interação entre a radiação eletromagnética e a matéria, cuja energia do fóton é dada por:
em que h é a constante de Planck (6,63 x 10-34 J s).
Bibliografia
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/recursos/10951/TesteDeChama/Teste_de_Chama.html
Flores da Cunha 29 de março de 2010
Disciplina: Química
Professora: Francieli G. Pan
Alunos: Renan Antônio Bolzan, Willer Barcarro
Alunos: Renan Antônio Bolzan, Willer Barcarro
Série:1º Turma:104
Teste de Chama com Spray
Na fase gasosa um átomo é capaz de apresentar somente absorção e emissão de elétrons; ou seja os elétrons presentes na última camada (elétrons de valência) saltam para níveis superiores de energia. No caso do sódio, por exemplo, os elétrons de valência passam do estado fundamental 3s ao absorverem energia passam para os orbitais excitados 3p, 4p ou 5p. Após alguns mono segundos ao liberarem a energia absorvida (hv), os elétrons retornam para o estado fundamental. Isso ocorre devido à interação entre a radiação eletromagnética e a matéria, cuja energia do fóton é dada por:
em que h é a constante de Planck (6,63 x 10-34 J s).
Bibliografia
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/recursos/10951/TesteDeChama/Teste_de_Chama.html
Flores da Cunha 29 de março de 2010
Escola São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Franciele G. Pan.
Nome dos Alunos : Lander Piccoli e Igor Nunes Nº. 26 e 16
Série 1º ano Turma: 102
Catalisadores
Introdução
Há milhões de carros nas ruas do mundo - e cada um deles polui o ar. Especialmente nas grandes cidades, a quantidade de poluição que todos os carros produzem juntos pode criar grandes problemas.
Na Europa, nos EUA e no Brasil foram criadas normas para limitar a quantidade de poluição que os carros podem produzir. Para se adequar a estas leis, os fabricantes de automóveis promoveram várias melhorias nos motores e nos sistemas de alimentação. Para ajudar a reduzir ainda mais os poluentes, elas desenvolveram um dispositivo interessante, chamado catalisador, que trata os gases de escapamento antes que eles saiam do automóvel, removendo bastante poluição.
Poluentes produzidos pelo motor de um carro
A fim de reduzir as emissões, motores de carros modernos controlam cuidadosamente a quantidade de combustível que queimam. Eles procuram manter a mistura ar-combustível bem próxima do ponto estequiométrico, que é a proporção ideal de ar para que ocorra uma combustão.
Teoricamente, nessa proporção, todo o combustível será queimado usando todo o oxigênio no ar. Para a gasolina, a proporção estequiométrica é de aproximadamente 14,7: 1. Isso significa que, para cada grama de gasolina, serão queimadas 14,7 gramas de ar. Na verdade, a proporção ideal varia bastante durante o funcionamento do carro. Às vezes, a mistura de combustível pode ser pobre (proporção de ar para combustível acima de 14,7); em outros momentos, pode ser rica (proporção abaixo de 14,7). Para o álcool etílico hidratado usado no Brasil, o ponto estequiométrico é 9:1.
-gás nitrogênio (N2) - em sua constituição, o ar tem 78% de gás nitrogênio. Grande parte dessa substância passa pelo motor do veículo;
- dióxido de carbono (CO2) - é um dos produtos da combustão. O carbono do combustível se une com o oxigênio do ar;
- vapor de água (H2O) - é outro produto da combustão. O hidrogênio do combustível se une com o oxigênio do ar.
Como os catalisadores reduzem a poluição
A maioria dos carros modernos é equipada com catalisadores de três vias. A expressão "três vias" se refere às três substâncias que eles ajudam a reduzir - monóxido de carbono, VOCs e moléculas de NOx. A peça catalisadora na verdade usa dois diferentes tipos de catalisadores: um de redução e outro de oxidação. Ambos consistem em uma estrutura cerâmica coberta por um catalisador de metal, geralmente platina, ródio e/ou paládio. A idéia é criar uma estrutura que exponha o máximo da área da superfície catalisadora para o fluxo de descarga ao mesmo tempo em que se procura minimizar o trabalho dos catalisadores, pois são muito caros.
Catalisador de redução
É a primeira parte do catalisador. Usa platina e ródio para ajudar a reduzir a saída de NOx. Quando as moléculas NO ou NO2 entram em contato com o catalisador, ele "expulsa" o átomo de nitrogênio para fora da molécula. Com isso, o átomo fica retido e o catalisador libera o oxigênio na forma de O2. Os átomos de nitrogênio se unem com outros átomos de nitrogênio. Todos são retidos pelo equipamento, formando N2. Por exemplo:
2NO = N2 + O2 ou 2NO2 = N2 + 2O2
O catalisador de oxidação
É a segunda parte do catalisador. Reduz os hidrocarbonetos não-queimados e o monóxido de carbono, queimando-os (oxidação) sobre o catalisador de platina e paládio. Isso ajuda na reação do CO e dos hidrocarbonetos com o restante do oxigênio nos gases de escapamento. Por exemplo:
2CO + O2 = 2CO2
Disciplina: Química
Professora: Franciele G. Pan.
Nome dos Alunos : Lander Piccoli e Igor Nunes Nº. 26 e 16
Série 1º ano Turma: 102
Catalisadores
Introdução
Há milhões de carros nas ruas do mundo - e cada um deles polui o ar. Especialmente nas grandes cidades, a quantidade de poluição que todos os carros produzem juntos pode criar grandes problemas.
Na Europa, nos EUA e no Brasil foram criadas normas para limitar a quantidade de poluição que os carros podem produzir. Para se adequar a estas leis, os fabricantes de automóveis promoveram várias melhorias nos motores e nos sistemas de alimentação. Para ajudar a reduzir ainda mais os poluentes, elas desenvolveram um dispositivo interessante, chamado catalisador, que trata os gases de escapamento antes que eles saiam do automóvel, removendo bastante poluição.
Poluentes produzidos pelo motor de um carro
A fim de reduzir as emissões, motores de carros modernos controlam cuidadosamente a quantidade de combustível que queimam. Eles procuram manter a mistura ar-combustível bem próxima do ponto estequiométrico, que é a proporção ideal de ar para que ocorra uma combustão.
Teoricamente, nessa proporção, todo o combustível será queimado usando todo o oxigênio no ar. Para a gasolina, a proporção estequiométrica é de aproximadamente 14,7: 1. Isso significa que, para cada grama de gasolina, serão queimadas 14,7 gramas de ar. Na verdade, a proporção ideal varia bastante durante o funcionamento do carro. Às vezes, a mistura de combustível pode ser pobre (proporção de ar para combustível acima de 14,7); em outros momentos, pode ser rica (proporção abaixo de 14,7). Para o álcool etílico hidratado usado no Brasil, o ponto estequiométrico é 9:1.
-gás nitrogênio (N2) - em sua constituição, o ar tem 78% de gás nitrogênio. Grande parte dessa substância passa pelo motor do veículo;
- dióxido de carbono (CO2) - é um dos produtos da combustão. O carbono do combustível se une com o oxigênio do ar;
- vapor de água (H2O) - é outro produto da combustão. O hidrogênio do combustível se une com o oxigênio do ar.
Como os catalisadores reduzem a poluição
A maioria dos carros modernos é equipada com catalisadores de três vias. A expressão "três vias" se refere às três substâncias que eles ajudam a reduzir - monóxido de carbono, VOCs e moléculas de NOx. A peça catalisadora na verdade usa dois diferentes tipos de catalisadores: um de redução e outro de oxidação. Ambos consistem em uma estrutura cerâmica coberta por um catalisador de metal, geralmente platina, ródio e/ou paládio. A idéia é criar uma estrutura que exponha o máximo da área da superfície catalisadora para o fluxo de descarga ao mesmo tempo em que se procura minimizar o trabalho dos catalisadores, pois são muito caros.
Catalisador de redução
É a primeira parte do catalisador. Usa platina e ródio para ajudar a reduzir a saída de NOx. Quando as moléculas NO ou NO2 entram em contato com o catalisador, ele "expulsa" o átomo de nitrogênio para fora da molécula. Com isso, o átomo fica retido e o catalisador libera o oxigênio na forma de O2. Os átomos de nitrogênio se unem com outros átomos de nitrogênio. Todos são retidos pelo equipamento, formando N2. Por exemplo:
2NO = N2 + O2 ou 2NO2 = N2 + 2O2
O catalisador de oxidação
É a segunda parte do catalisador. Reduz os hidrocarbonetos não-queimados e o monóxido de carbono, queimando-os (oxidação) sobre o catalisador de platina e paládio. Isso ajuda na reação do CO e dos hidrocarbonetos com o restante do oxigênio nos gases de escapamento. Por exemplo:
2CO + O2 = 2CO2
Escola estadual de ensino médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Franciele G. Pan
Nomes: Thays S. Susin
Nomes: Katriane M. Milkiewicz
Serie: 1ª ano
Turma: 102
• Como as calculadoras funcionam:
Uma calculadora básica na sua essência nada mais é que um microcomputador mas com uma capacidade de memória RAM super reduzidíssima e limitada somente a realizar cálculos. Tudo utilizando a chamada linguagem binária.
Já as cientificas e financeiras tem processadores mais velozes e maior capacidade de armazenamento.
Pra entender seu funcionamento é preciso como pré-requisito obrigatório entender como funciona o código binário (0 e 1) nos circuitos digitais, pois existem circuitos elementares que realizam as operações básicas e a partir deles foram desevolvidas as primeiras calculadoras elétricas (com válvulas) e depois as eletrônicas.
Uma calculadora é um dispositivo para a realização de cálculos numéricos. Este tipo é considerado distinto das máquinas calculadoras e dos computadores, no sentido de que a calculadora é um dispositivo voltado para um fim específico e que não pode ser qualificada como uma Máquina de Turing.
Embora muitas calculadoras modernas incorporem com freqüência um computador genérico, o dispositivo como um todo foi projectado para facilitar a realização de operações específicas, e não visando flexibilidade de tarefas.
Tipos
Calculadoras Gráficas são aquelas que podem plotar gráficos 2D ou 3D em seu display
Calculadoras Científicas não plotam gráficos, mas calculam funções como seno, cosseno, etc.
As calculadoras Financeiras são calculadoras voltadas para o meio financeiro, com muitas funções já prontas.
E temos também as calculadoras simples que não possuem nem as funções trigonométricas básicas, como seno, cosseno e tangente.
Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Calculadora
http:// www.yahoo.com.br
Disciplina: Química
Professora: Franciele G. Pan
Nomes: Thays S. Susin
Nomes: Katriane M. Milkiewicz
Serie: 1ª ano
Turma: 102
• Como as calculadoras funcionam:
Uma calculadora básica na sua essência nada mais é que um microcomputador mas com uma capacidade de memória RAM super reduzidíssima e limitada somente a realizar cálculos. Tudo utilizando a chamada linguagem binária.
Já as cientificas e financeiras tem processadores mais velozes e maior capacidade de armazenamento.
Pra entender seu funcionamento é preciso como pré-requisito obrigatório entender como funciona o código binário (0 e 1) nos circuitos digitais, pois existem circuitos elementares que realizam as operações básicas e a partir deles foram desevolvidas as primeiras calculadoras elétricas (com válvulas) e depois as eletrônicas.
Uma calculadora é um dispositivo para a realização de cálculos numéricos. Este tipo é considerado distinto das máquinas calculadoras e dos computadores, no sentido de que a calculadora é um dispositivo voltado para um fim específico e que não pode ser qualificada como uma Máquina de Turing.
Embora muitas calculadoras modernas incorporem com freqüência um computador genérico, o dispositivo como um todo foi projectado para facilitar a realização de operações específicas, e não visando flexibilidade de tarefas.
Tipos
Calculadoras Gráficas são aquelas que podem plotar gráficos 2D ou 3D em seu display
Calculadoras Científicas não plotam gráficos, mas calculam funções como seno, cosseno, etc.
As calculadoras Financeiras são calculadoras voltadas para o meio financeiro, com muitas funções já prontas.
E temos também as calculadoras simples que não possuem nem as funções trigonométricas básicas, como seno, cosseno e tangente.
Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Calculadora
http:// www.yahoo.com.br
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Franciéli Pan
Sabrina Variani
Silmara Künzel
Série: 1º ano Turma: 104
Reações Químicas do Corpo Humano
A ligação dos átomos e também a quebra dessas ligações constituem uma reação química em nosso corpo.
Quando uma ligação entre átomos é quebrada ocorre a liberação da chamada Energia Química, ela pode também ser absorvida nessa reação. E assim podemos melhorar nosso consumo e á produção de energia em nosso corpo.Mas você já parou para pensar que o crescimento de unhas e cabelos, desenvolvimento ósseo, cicatrizações de feridas, reconstrução celular vem de onde??? Pois bem tudo diz respeito a reações onde ocorre a liberação da energia formando então tudo que diz respeito ao nosso carpo, e essas reações também permitem manter nosso corpo aquecido.
Como se vê dependemos das reações químicas até para sobrevivermos e também faz parte do metabolismo.
Bibliografia:
http://www.mundoeducacao.com.br/curiosidades/
Flores da Cunha, 29 de março de 2010
Disciplina: Química
Professora: Franciéli Pan
Sabrina Variani
Silmara Künzel
Série: 1º ano Turma: 104
Reações Químicas do Corpo Humano
A ligação dos átomos e também a quebra dessas ligações constituem uma reação química em nosso corpo.
Quando uma ligação entre átomos é quebrada ocorre a liberação da chamada Energia Química, ela pode também ser absorvida nessa reação. E assim podemos melhorar nosso consumo e á produção de energia em nosso corpo.Mas você já parou para pensar que o crescimento de unhas e cabelos, desenvolvimento ósseo, cicatrizações de feridas, reconstrução celular vem de onde??? Pois bem tudo diz respeito a reações onde ocorre a liberação da energia formando então tudo que diz respeito ao nosso carpo, e essas reações também permitem manter nosso corpo aquecido.
Como se vê dependemos das reações químicas até para sobrevivermos e também faz parte do metabolismo.
Bibliografia:
http://www.mundoeducacao.com.br/curiosidades/
Flores da Cunha, 29 de março de 2010
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Franciéli G. Pan
Alunos: Laura Smiderle e Mileine A. V. Bergozza
Série: 2° ano
Turma: 201
Tubos de Sabão
Material:
•Bacia grande.
•Arame.
Compostos:
•Água.
•Detergente.
•Glicerina.
Procedimento:
1. Fazer um círculo e uma pega com o arame. (o arame deve ter uma espessura que permita molda-lo com as mãos)
2. Usar meio copo de detergente para uma bacia.
3. Adicionar 1 litro de água ao detergente.
4. Adicionar 60 mililitros de glicerina à solução de detergente.
5. Deixar a solução repousar, durante um determinado período (aproximadamente uma noite).
6. Mergulhar o círculo de arame na solução.
7. Levantar o círculo da solução.( pode-se fazer tubos de até 3 metros. Se não resultarem tubos, adicionar mais detergente à solução).
O por quê?
Na superfície da água existe um fenômeno muito conhecido - a tensão superficial. Devido à tensão superficial da água não conseguimos obter tubos sem adicionar o detergente à água. Ao adicionar detergente à água a tensão superficial desta baixa, facilitando a formação de tubos de sabão. Os tubos de sabão resultantes não se agüentam por muito tempo, porque há uma evaporação rápida da água que os constitui. É por isso que se utiliza a glicerina, para dificultar a evaporação da água dos tubos de sabão. Obtêm-se tubos de sabão mais duradouros para dias chuvosos, porque o ar ambiente é mais úmido.
http://cienciaemcasa.cienciaviva.pt/tubos.html
Flores da Cunha, 09 de abril de 2010.
Disciplina: Química
Professora: Franciéli G. Pan
Alunos: Laura Smiderle e Mileine A. V. Bergozza
Série: 2° ano
Turma: 201
Tubos de Sabão
Material:
•Bacia grande.
•Arame.
Compostos:
•Água.
•Detergente.
•Glicerina.
Procedimento:
1. Fazer um círculo e uma pega com o arame. (o arame deve ter uma espessura que permita molda-lo com as mãos)
2. Usar meio copo de detergente para uma bacia.
3. Adicionar 1 litro de água ao detergente.
4. Adicionar 60 mililitros de glicerina à solução de detergente.
5. Deixar a solução repousar, durante um determinado período (aproximadamente uma noite).
6. Mergulhar o círculo de arame na solução.
7. Levantar o círculo da solução.( pode-se fazer tubos de até 3 metros. Se não resultarem tubos, adicionar mais detergente à solução).
O por quê?
Na superfície da água existe um fenômeno muito conhecido - a tensão superficial. Devido à tensão superficial da água não conseguimos obter tubos sem adicionar o detergente à água. Ao adicionar detergente à água a tensão superficial desta baixa, facilitando a formação de tubos de sabão. Os tubos de sabão resultantes não se agüentam por muito tempo, porque há uma evaporação rápida da água que os constitui. É por isso que se utiliza a glicerina, para dificultar a evaporação da água dos tubos de sabão. Obtêm-se tubos de sabão mais duradouros para dias chuvosos, porque o ar ambiente é mais úmido.
http://cienciaemcasa.cienciaviva.pt/tubos.html
Flores da Cunha, 09 de abril de 2010.
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Franciéli G. Pan
Alunos: Laura Smiderle e Mileine A. V. Bergozza
Série: 2° ano
Turma: 201
Tubos de Sabão
Material:
•Bacia grande.
•Arame.
Compostos:
•Água.
•Detergente.
•Glicerina.
Procedimento:
1. Fazer um círculo e uma pega com o arame. (o arame deve ter uma espessura que permita molda-lo com as mãos)
2. Usar meio copo de detergente para uma bacia.
3. Adicionar 1 litro de água ao detergente.
4. Adicionar 60 mililitros de glicerina à solução de detergente.
5. Deixar a solução repousar, durante um determinado período (aproximadamente uma noite).
6. Mergulhar o círculo de arame na solução.
7. Levantar o círculo da solução.( pode-se fazer tubos de até 3 metros. Se não resultarem tubos, adicionar mais detergente à solução).
O por quê?
Na superfície da água existe um fenômeno muito conhecido - a tensão superficial. Devido à tensão superficial da água não conseguimos obter tubos sem adicionar o detergente à água. Ao adicionar detergente à água a tensão superficial desta baixa, facilitando a formação de tubos de sabão. Os tubos de sabão resultantes não se agüentam por muito tempo, porque há uma evaporação rápida da água que os constitui. É por isso que se utiliza a glicerina, para dificultar a evaporação da água dos tubos de sabão. Obtêm-se tubos de sabão mais duradouros para dias chuvosos, porque o ar ambiente é mais úmido.
http://cienciaemcasa.cienciaviva.pt/tubos.html
Flores da Cunha, 09 de abril de 2010.
Disciplina: Química
Professora: Franciéli G. Pan
Alunos: Laura Smiderle e Mileine A. V. Bergozza
Série: 2° ano
Turma: 201
Tubos de Sabão
Material:
•Bacia grande.
•Arame.
Compostos:
•Água.
•Detergente.
•Glicerina.
Procedimento:
1. Fazer um círculo e uma pega com o arame. (o arame deve ter uma espessura que permita molda-lo com as mãos)
2. Usar meio copo de detergente para uma bacia.
3. Adicionar 1 litro de água ao detergente.
4. Adicionar 60 mililitros de glicerina à solução de detergente.
5. Deixar a solução repousar, durante um determinado período (aproximadamente uma noite).
6. Mergulhar o círculo de arame na solução.
7. Levantar o círculo da solução.( pode-se fazer tubos de até 3 metros. Se não resultarem tubos, adicionar mais detergente à solução).
O por quê?
Na superfície da água existe um fenômeno muito conhecido - a tensão superficial. Devido à tensão superficial da água não conseguimos obter tubos sem adicionar o detergente à água. Ao adicionar detergente à água a tensão superficial desta baixa, facilitando a formação de tubos de sabão. Os tubos de sabão resultantes não se agüentam por muito tempo, porque há uma evaporação rápida da água que os constitui. É por isso que se utiliza a glicerina, para dificultar a evaporação da água dos tubos de sabão. Obtêm-se tubos de sabão mais duradouros para dias chuvosos, porque o ar ambiente é mais úmido.
http://cienciaemcasa.cienciaviva.pt/tubos.html
Flores da Cunha, 09 de abril de 2010.
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Francieli G. Pan
Alunos: Jéssica Sandi e Juliana Pradella
Série: 2° ano do Ensino Médio
Turma: 201
Enchendo um balão sem oxigênio
Você já viu um balão se encher automaticamente, sem oxigênio? Não? Pois então agora iremos ensinar á você como se faz essa divertida experiência!
Você irá precisar de :
o Vinagre;
o Bicarbonato de sódio;
o Balão;
o Funil;
o Garrafa de gargalo estreito.
Encha um quarto da garrafa com o vinagre, após, coloque um pouco de bicarbonato de sódio no balão, com a ajuda no funil.
Depois junte o gargalo do balão, com o gargalo da garrafa e levante o balão, de forma que o bicarbonato caia na garrafa, para se juntar ao vinagre.
O vinagre começara a fazer bolhas, e o balão começara a se encher!
E você sabe por que é que isso acontece? É por causa do vinagre, que reage com o bicarbonato de sódio, liberando dióxido de carbono.Com o tempo, mais gás se forma, e a pressão aumenta, enchendo o balão.
Bibliografia:
http://www.explicatorium.com/LAB-Enchimento-baloes.php (acessado dia 26 de março de 2010)
Flores da Cunha, 09 de abril de 2010
Disciplina: Química
Professora: Francieli G. Pan
Alunos: Jéssica Sandi e Juliana Pradella
Série: 2° ano do Ensino Médio
Turma: 201
Enchendo um balão sem oxigênio
Você já viu um balão se encher automaticamente, sem oxigênio? Não? Pois então agora iremos ensinar á você como se faz essa divertida experiência!
Você irá precisar de :
o Vinagre;
o Bicarbonato de sódio;
o Balão;
o Funil;
o Garrafa de gargalo estreito.
Encha um quarto da garrafa com o vinagre, após, coloque um pouco de bicarbonato de sódio no balão, com a ajuda no funil.
Depois junte o gargalo do balão, com o gargalo da garrafa e levante o balão, de forma que o bicarbonato caia na garrafa, para se juntar ao vinagre.
O vinagre começara a fazer bolhas, e o balão começara a se encher!
E você sabe por que é que isso acontece? É por causa do vinagre, que reage com o bicarbonato de sódio, liberando dióxido de carbono.Com o tempo, mais gás se forma, e a pressão aumenta, enchendo o balão.
Bibliografia:
http://www.explicatorium.com/LAB-Enchimento-baloes.php (acessado dia 26 de março de 2010)
Flores da Cunha, 09 de abril de 2010
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professor: Franciéli G. Pan
Cristiane Carraro
Daniela de Vargas Lira
Série: 2º ano Turma: 202
Erguendo o gelo com o palito
MATERIAL:
1- Gelo
2- Palito de fósforo
3- Sal
COMO FAZER:
1. Coloque o palito sobre o gelo.
2. Jogue sal em cima.
O QUE ACONTECE:
O gelo gruda no palito.
POR QUE ACONTECE?
Por causa do sal, parte do gelo derrete deixando uma porção d'água em volta do palito. Como essa água continua em contato com o gelo, ela congela de novo cobrindo o palito com uma leve camada e, assim, prende o palito.
http://tvcultura.com.br/x-tudo/experiencia/01/exgeolopalito.htm
Flores da Cunha 26/03/10
Disciplina: Química
Professor: Franciéli G. Pan
Cristiane Carraro
Daniela de Vargas Lira
Série: 2º ano Turma: 202
Erguendo o gelo com o palito
MATERIAL:
1- Gelo
2- Palito de fósforo
3- Sal
COMO FAZER:
1. Coloque o palito sobre o gelo.
2. Jogue sal em cima.
O QUE ACONTECE:
O gelo gruda no palito.
POR QUE ACONTECE?
Por causa do sal, parte do gelo derrete deixando uma porção d'água em volta do palito. Como essa água continua em contato com o gelo, ela congela de novo cobrindo o palito com uma leve camada e, assim, prende o palito.
http://tvcultura.com.br/x-tudo/experiencia/01/exgeolopalito.htm
Flores da Cunha 26/03/10
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Franciéli G. Pan
Aluno: Caroline Corso
Aluno: Débora Zulian
Série: 2º ano Turma: 201
Queimando o Real
- objetivo: ilustrar a combustão do álcool numa solução aquosa.
- material/substâncias:
Mistura de 60% de água com 40% de álcool;
Fósforo;
Pinça;
Cédula de um real;
- procedimento: mergulhar o real na mistura de água com álcool, em seguida queimar o fósforo.
- discussão: o dinheiro mergulhado numa mistura de água+álcool. O álcool entra em combustão enquanto a água umedece o papel e o protege contra a queima.
http://fisicoquimicacvg.tripod.com/experiencias_para_fazer_em_casa.htm (acessado em 16/03/2010)
Flores da Cunha, 07 de Abril de 2010
Disciplina: Química
Professora: Franciéli G. Pan
Aluno: Caroline Corso
Aluno: Débora Zulian
Série: 2º ano Turma: 201
Queimando o Real
- objetivo: ilustrar a combustão do álcool numa solução aquosa.
- material/substâncias:
Mistura de 60% de água com 40% de álcool;
Fósforo;
Pinça;
Cédula de um real;
- procedimento: mergulhar o real na mistura de água com álcool, em seguida queimar o fósforo.
- discussão: o dinheiro mergulhado numa mistura de água+álcool. O álcool entra em combustão enquanto a água umedece o papel e o protege contra a queima.
http://fisicoquimicacvg.tripod.com/experiencias_para_fazer_em_casa.htm (acessado em 16/03/2010)
Flores da Cunha, 07 de Abril de 2010
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Francieli G. Pan
Nome: Janaína S. Romano
Nome: Martina S. Bernardi
Série: 1º ano do Ensino Médio Turma: 102
O que há de novo na química em relação ao alisamento de cabelo?
Para todas as mulheres que aderiram às escovas progressivas, definitivas e que querem manter seus cabelos lisos, hoje, no mercado, há muitas novidades.
Formol? Não mais! Ele é uma substância utilizada principalmente para a conservação de outras substâncias e até de tecidos (é usado em biópsias, por exemplo, para impedir a degradação antes da análise). Pode ser facilmente absorvido pelas mucosas e ocasionar problemas sérios para a saúde, tanto da cliente quanto do cabeleireiro. A dermatologista Denise Steiner, diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Câmara Técnica de Cosméticos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), não recomenda nem aprova fórmulas à base de formol. "Se for usada uma concentração alta de formol em produtos para o cabelo, os fios podem se tornar ainda mais quebradiços. Ele danifica a cutícula, que é a parte mais externa do fio e deixa o córtex, a parte interna, bastante vulnerável ao ressecamento e ao desbotamento", explica a especialista.
As indústrias de cosméticos desenvolveram fórmulas eficientes e seguras para alisar os cabelos sem o uso do formol. São produtos à base de:
Tioglicolato de Amônia:
O tioglicolato é um princípio ativo que serve para amolecer a fibra capilar, promover a quebra das pontes de cistina (ligações de proteínas - cistina) e, com isso, deixar o fio maleável, para ser moldado como se desejar. Se pentear, ele alisa. Se enrolar, ele forma cachos. Deixa o fio liso logo na primeira sessão, mas por ter concentrações menores desses ativos do que nas fórmulas dos alisamentos tradicionais, costuma durar menos tempo: até dois meses, dependendo do grau de ondulação do cabelo.
Tioglicolato de amônia na verdade é amônia enriquecida com proteínas do leite que evitam o ressecamento.
Hidróxidos
Como o alisamento feito com o tioglicolato de amônia, os hidróxidos deixam o fio liso logo na primeira sessão, mas o efeito dura menos. Os hidróxidos abrem as cutículas dos cabelos penetrando no córtex e transformando as ligações dissulfídicas da cistina em ligações de lantionina.
Hidróxido de Sódio: uma base, pH 13, e uma lixívia cáustica – a soda cáustica, matéria-prima do hidróxido de sódio, mas em forma líquida - que pode danificar os cabelos, produzindo queimaduras no couro cabeludo e até mesmo cegueira, caso atinja os olhos. É mais agressivo e possui melhor poder de alisamento.
Hidróxido de Cálcio: indicado para o couro cabeludo sensível e para fios finos. Seu poder de alisamento é moderado.
Hidróxido de Guanidina: composto por dois ingredientes: hidróxido de cálcio e carbonato de guanidina, misturados na hora da aplicação. É conhecido como produto sem lixívia. Essa substância também possui um pH alcalino – ou seja, é uma base – é inodora e é mais eficiente que o hidróxido de sódio e menos agressiva à pele. Tem maior efeito alisante e reconstrói a fibra capilar. Sua ação é rápida e intensa, penetrando imediatamente no fio, e age de modo não muito controlável.
Hidróxido de Lítio: o hidróxido de lítio age de forma semelhante ao sódio, porém, de forma mais lenta e suave.
Bibliografia:
Disponível em:
http://www.raizcabelos.blogspot.com/2010/02/quimicao-que-ha-de-novo.html#uds-search-results
Disponível em: http://www.beautyfair.com.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=990
Disponível em: http://64.233.163.132/search?q=cache:9w80mxuy0DoJ:www.velhosamigos.com.br/Dicas/beleza50.html+HIDROXIDO+DE+S%C3%93DIO+no+cabelo&cd=6&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
Disponível em: http://64.233.163.132/search?q=cache:ZappnvbdVEJ:revistacabeleireiros.com/materia/relaxamento-e-alisamento-capilar/9+HIDROXIDO+DE+l%C3%ADtio+no+cabelo&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
Disponível em: http://64.233.163.132/search?q=cache:wmWxR1bf2hwJ:www2.uol.com.br/cabelos/reportagens/revolucao_das_escovas.html+HIDROXIDO+DE+calcio+no+cabelo&cd=8&hl=ptBR&ct=clnk&gl=br
Flores da Cunha, 26 de março de 2010.
Disciplina: Química
Professora: Francieli G. Pan
Nome: Janaína S. Romano
Nome: Martina S. Bernardi
Série: 1º ano do Ensino Médio Turma: 102
O que há de novo na química em relação ao alisamento de cabelo?
Para todas as mulheres que aderiram às escovas progressivas, definitivas e que querem manter seus cabelos lisos, hoje, no mercado, há muitas novidades.
Formol? Não mais! Ele é uma substância utilizada principalmente para a conservação de outras substâncias e até de tecidos (é usado em biópsias, por exemplo, para impedir a degradação antes da análise). Pode ser facilmente absorvido pelas mucosas e ocasionar problemas sérios para a saúde, tanto da cliente quanto do cabeleireiro. A dermatologista Denise Steiner, diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Câmara Técnica de Cosméticos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), não recomenda nem aprova fórmulas à base de formol. "Se for usada uma concentração alta de formol em produtos para o cabelo, os fios podem se tornar ainda mais quebradiços. Ele danifica a cutícula, que é a parte mais externa do fio e deixa o córtex, a parte interna, bastante vulnerável ao ressecamento e ao desbotamento", explica a especialista.
As indústrias de cosméticos desenvolveram fórmulas eficientes e seguras para alisar os cabelos sem o uso do formol. São produtos à base de:
Tioglicolato de Amônia:
O tioglicolato é um princípio ativo que serve para amolecer a fibra capilar, promover a quebra das pontes de cistina (ligações de proteínas - cistina) e, com isso, deixar o fio maleável, para ser moldado como se desejar. Se pentear, ele alisa. Se enrolar, ele forma cachos. Deixa o fio liso logo na primeira sessão, mas por ter concentrações menores desses ativos do que nas fórmulas dos alisamentos tradicionais, costuma durar menos tempo: até dois meses, dependendo do grau de ondulação do cabelo.
Tioglicolato de amônia na verdade é amônia enriquecida com proteínas do leite que evitam o ressecamento.
Hidróxidos
Como o alisamento feito com o tioglicolato de amônia, os hidróxidos deixam o fio liso logo na primeira sessão, mas o efeito dura menos. Os hidróxidos abrem as cutículas dos cabelos penetrando no córtex e transformando as ligações dissulfídicas da cistina em ligações de lantionina.
Hidróxido de Sódio: uma base, pH 13, e uma lixívia cáustica – a soda cáustica, matéria-prima do hidróxido de sódio, mas em forma líquida - que pode danificar os cabelos, produzindo queimaduras no couro cabeludo e até mesmo cegueira, caso atinja os olhos. É mais agressivo e possui melhor poder de alisamento.
Hidróxido de Cálcio: indicado para o couro cabeludo sensível e para fios finos. Seu poder de alisamento é moderado.
Hidróxido de Guanidina: composto por dois ingredientes: hidróxido de cálcio e carbonato de guanidina, misturados na hora da aplicação. É conhecido como produto sem lixívia. Essa substância também possui um pH alcalino – ou seja, é uma base – é inodora e é mais eficiente que o hidróxido de sódio e menos agressiva à pele. Tem maior efeito alisante e reconstrói a fibra capilar. Sua ação é rápida e intensa, penetrando imediatamente no fio, e age de modo não muito controlável.
Hidróxido de Lítio: o hidróxido de lítio age de forma semelhante ao sódio, porém, de forma mais lenta e suave.
Bibliografia:
Disponível em:
http://www.raizcabelos.blogspot.com/2010/02/quimicao-que-ha-de-novo.html#uds-search-results
Disponível em: http://www.beautyfair.com.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=990
Disponível em: http://64.233.163.132/search?q=cache:9w80mxuy0DoJ:www.velhosamigos.com.br/Dicas/beleza50.html+HIDROXIDO+DE+S%C3%93DIO+no+cabelo&cd=6&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
Disponível em: http://64.233.163.132/search?q=cache:ZappnvbdVEJ:revistacabeleireiros.com/materia/relaxamento-e-alisamento-capilar/9+HIDROXIDO+DE+l%C3%ADtio+no+cabelo&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
Disponível em: http://64.233.163.132/search?q=cache:wmWxR1bf2hwJ:www2.uol.com.br/cabelos/reportagens/revolucao_das_escovas.html+HIDROXIDO+DE+calcio+no+cabelo&cd=8&hl=ptBR&ct=clnk&gl=br
Flores da Cunha, 26 de março de 2010.
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Francieli Pan
Gabriela Tormen
Luiz Eugenio Fumegalli Junior
Serie: 1º ano
Turma: 106
HPHT
É possível criar diamantes a partir de cabelo? Por incrível que pareça sim. Este processo é conhecido como HPHT, High Pressure, High Temperature, (Temperatura média e pressão média). E isso se da graças ao carbono contido no cabelo que quando é submetido à pressão e a temperaturas altas recria as condições naturais ideais em que os diamantes são desenvolvidos. Para a confecção da gema, é possível utilizar qualquer tipo de cabelo, bem como combinar mechas de duas ou mais pessoas.
O cabelo é levado a um forno especial para extração do carbono contido nos fios. O material resultante é prensado até se transformar em uma pastilha que, colocada no interior de um equipamento de alta tecnologia, é submetida a uma pressão equivalente a 45 mil atmosferas e a uma temperatura entre 1.500ºC e 1600ºC. Para obter os tons desejados, basta adicionar os elementos que, na própria natureza, são responsáveis pelos pigmentos das pedras. O azul é proveniente do boro, o champagne é a cor natural das pedras e a incolor, a mais conhecida, fica assim por causa da adição do nitrogênio. O tempo para finalização varia conforme o tamanho e a cor da gema escolhida pelo cliente.
Bibliografia:
http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/como-transformar-cabelo-em-diamante-16122009-19.shl
http://msn.onne.com.br/lifestyle/materia/9781/diamantes-de-cabelo
br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090724073552AAu8Kmz
Flores da Cunha, abril 2010
Disciplina: Química
Francieli Pan
Gabriela Tormen
Luiz Eugenio Fumegalli Junior
Serie: 1º ano
Turma: 106
HPHT
É possível criar diamantes a partir de cabelo? Por incrível que pareça sim. Este processo é conhecido como HPHT, High Pressure, High Temperature, (Temperatura média e pressão média). E isso se da graças ao carbono contido no cabelo que quando é submetido à pressão e a temperaturas altas recria as condições naturais ideais em que os diamantes são desenvolvidos. Para a confecção da gema, é possível utilizar qualquer tipo de cabelo, bem como combinar mechas de duas ou mais pessoas.
O cabelo é levado a um forno especial para extração do carbono contido nos fios. O material resultante é prensado até se transformar em uma pastilha que, colocada no interior de um equipamento de alta tecnologia, é submetida a uma pressão equivalente a 45 mil atmosferas e a uma temperatura entre 1.500ºC e 1600ºC. Para obter os tons desejados, basta adicionar os elementos que, na própria natureza, são responsáveis pelos pigmentos das pedras. O azul é proveniente do boro, o champagne é a cor natural das pedras e a incolor, a mais conhecida, fica assim por causa da adição do nitrogênio. O tempo para finalização varia conforme o tamanho e a cor da gema escolhida pelo cliente.
Bibliografia:
http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/como-transformar-cabelo-em-diamante-16122009-19.shl
http://msn.onne.com.br/lifestyle/materia/9781/diamantes-de-cabelo
br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090724073552AAu8Kmz
Flores da Cunha, abril 2010
Escola: Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Franciele G. Pan
Alunos: Renan Mascarello
Tiago Guaresi
Serie: 1º Ano Turma: 102
Como corrigir a acidez do solo
Flores da Cunha, 09 de abril de 2010.
Acidez no solo
A acidez do solo ou pH do solo, é a concentração de íons H+ presente na solução do solo e um dos indicadores de sua fertilidade. A faixa de pH ideal dos solos para a agricultura é entre 5,5 e 6,5. Isto porque é nesta faixa que os nutrientes ficam mais disponíveis às plantas, ou seja, na solução do solo. A acidez do solo tem origem nas rochas que formam o solo, da interação do solo com o clima - principalmente em áreas onde a pluviosidade é elevada-, na absorção dos sais alcalinos pelas plantas cultivadas ou pela reação de ácida de certos produtos utilizados na fertilização do solo.
A acidez do solo pode ser corrigida com a incorporação ao solo de substâncias alcalinas como as conchas moídas, margas e calcário.A acidez do solo também é conhecida como saporema em algumas regiões do Brasil.Alguns agricultores procuram fazer monitoramento a cada dois anos das áreas mais sujeitas à saporema.É recomendado o acompanhamento de um engenheiro agrônomo ou um técnico em agricultura, para fazer a coleta de amostras a enviar para laboratórios especializados.
A calagem é um procedimento permitido no manejo orgânico para correção da acidez do solo. O cafeeiro desenvolve-se melhor em solos com valores de pH entre 6,0 e 6,5. Sempre que a análise química do solo a ser cultivado revelar pH inferior a 6,0 a calagem é recomendada. A quantidade de calcário a ser aplicada pode ser calculada da seguinte forma:
1) determina-se a soma de bases (S):
2) determina-se o valor da CTC ou (T):
3) determina-se o valor de saturação de bases (V):
4) calcula-se a necessidade de calagem (NC):
onde:
V2 = Valor de saturação de bases desejada
V1 = Valor de saturação de bases atual
5) a NC deve ser corrigida em relação ao poder relativo de neutralização total (PRNT) do calcáreo, seguindo a expressão:
Doses pequenas de calcário podem ser aplicadas diretamente nas covas.Quantidades maiores devem ser distribuídas a lanço e subseqüentemente incorporadas. Em ambos os casos, a aplicação deve ser feita no mínimo 30 dias antes do plantio. No sistema de plantio direto, faz-se a aplicação concentrada das doses de calcário nas linhas ou nas covas de plantio. Nos sistemas orgânicos, o uso contínuo de adubos orgânicos, a utilização sistemática de adubos verdes e o manejo das espécies espontâneas tendem a reduzir a necessidade de calagem ao longo dos anos.
Sabe-se que as raízes não se desenvolvem adequadamente em solos muito ácidos. Entre os fatores de acidez, a toxicidade de alumínio (Pavan et al., 1982) e a deficiência de cálcio têm sido apontadas como os mais consideráveis na restrição do crescimento radicular. Assim, é importante o desenvolvimento de estratégias que permitam adequado crescimento radicular nessas condições, buscando corrigir camadas do subsolo ou mediante identificação de genótipos com maior habilidade em emitir raízes em condições adversas de fertilidade do solo.
Referências Bibliográficas
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0006-87051998000100020&script=sci_arttext
http://pt.wikipedia.org/acidez do solo
Disciplina: Química
Professora: Franciele G. Pan
Alunos: Renan Mascarello
Tiago Guaresi
Serie: 1º Ano Turma: 102
Como corrigir a acidez do solo
Flores da Cunha, 09 de abril de 2010.
Acidez no solo
A acidez do solo ou pH do solo, é a concentração de íons H+ presente na solução do solo e um dos indicadores de sua fertilidade. A faixa de pH ideal dos solos para a agricultura é entre 5,5 e 6,5. Isto porque é nesta faixa que os nutrientes ficam mais disponíveis às plantas, ou seja, na solução do solo. A acidez do solo tem origem nas rochas que formam o solo, da interação do solo com o clima - principalmente em áreas onde a pluviosidade é elevada-, na absorção dos sais alcalinos pelas plantas cultivadas ou pela reação de ácida de certos produtos utilizados na fertilização do solo.
A acidez do solo pode ser corrigida com a incorporação ao solo de substâncias alcalinas como as conchas moídas, margas e calcário.A acidez do solo também é conhecida como saporema em algumas regiões do Brasil.Alguns agricultores procuram fazer monitoramento a cada dois anos das áreas mais sujeitas à saporema.É recomendado o acompanhamento de um engenheiro agrônomo ou um técnico em agricultura, para fazer a coleta de amostras a enviar para laboratórios especializados.
A calagem é um procedimento permitido no manejo orgânico para correção da acidez do solo. O cafeeiro desenvolve-se melhor em solos com valores de pH entre 6,0 e 6,5. Sempre que a análise química do solo a ser cultivado revelar pH inferior a 6,0 a calagem é recomendada. A quantidade de calcário a ser aplicada pode ser calculada da seguinte forma:
1) determina-se a soma de bases (S):
2) determina-se o valor da CTC ou (T):
3) determina-se o valor de saturação de bases (V):
4) calcula-se a necessidade de calagem (NC):
onde:
V2 = Valor de saturação de bases desejada
V1 = Valor de saturação de bases atual
5) a NC deve ser corrigida em relação ao poder relativo de neutralização total (PRNT) do calcáreo, seguindo a expressão:
Doses pequenas de calcário podem ser aplicadas diretamente nas covas.Quantidades maiores devem ser distribuídas a lanço e subseqüentemente incorporadas. Em ambos os casos, a aplicação deve ser feita no mínimo 30 dias antes do plantio. No sistema de plantio direto, faz-se a aplicação concentrada das doses de calcário nas linhas ou nas covas de plantio. Nos sistemas orgânicos, o uso contínuo de adubos orgânicos, a utilização sistemática de adubos verdes e o manejo das espécies espontâneas tendem a reduzir a necessidade de calagem ao longo dos anos.
Sabe-se que as raízes não se desenvolvem adequadamente em solos muito ácidos. Entre os fatores de acidez, a toxicidade de alumínio (Pavan et al., 1982) e a deficiência de cálcio têm sido apontadas como os mais consideráveis na restrição do crescimento radicular. Assim, é importante o desenvolvimento de estratégias que permitam adequado crescimento radicular nessas condições, buscando corrigir camadas do subsolo ou mediante identificação de genótipos com maior habilidade em emitir raízes em condições adversas de fertilidade do solo.
Referências Bibliográficas
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0006-87051998000100020&script=sci_arttext
http://pt.wikipedia.org/acidez do solo
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Franciéli G. Pan
Filipe Saretta Moreira
Vinicius Pelin
Turma: 106
Naftalina faz mal?
As roupas feitas com fibras naturais (lã, algodão) têm uma inimiga N° 1, as traças. Essas corroem o tecido causando estragos irreversíveis. Mas existe uma solução bem antiga para este problema, do tempo de seus bisavôs: a naftalina. Essa substância tem como principal função matar as traças e suas larvas com os vapores que exala. A naftalina, quimicamente designada de naftaleno, é um hidrocarboneto aromático cuja molécula é constituída por dois anéis benzênicos condensados. Apresenta a fórmula molecular C10H8.
Ela possui a propriedade de sublimação (passagem do estado sólido para o gasoso de forma direta), e é justamente por isso que se torna eficiente no combate às traças. Mas, infelizmente, o vapor exalado é tóxico não apenas para micro-organismos, mas para todos que o inalam.
Para que o uso da naftalina seja eficiente e ao mesmo tempo seguro, coloque-a junto com as roupas em embalagem lacrada, dessa forma não oferece perigo. Os vapores tóxicos ficam contidos e apenas as traças serão afetadas com a quantidade mínima do produto.
Não vista imediatamente as roupas após retirá-las do armário, deixe-as expostas em local arejado um dia ante de usá-las.
Não abra a embalagem, mas, se por um acaso ela se rasgar, descarte o produto.
Sintomas e conseqüências da intoxicação com naftalina:
Irritação nos olhos, na pele e no aparelho respiratório.
Fortes dores de cabeça, confusão mental e lesões no fígado e nos rins.
A exposição prolongada ao produto pode aumentar o risco de cataratas.
O perigo pode ser ainda maior se porventura crianças confundirem as bolinhas brancas de naftalina com balas comestíveis. A ingestão pode provocar vômitos, diarréia e convulsões.
Portanto, se ao contato com o produto sentir qualquer um desses sintomas, procure por cuidados médicos imediatamente.
Com todas essas informações você já deve ter uma reposta à pergunta:
Naftalina faz mal?
Sim então não é bom que você respire este produto químico regularmente.
Bibliografia: http://www.brasilescola.com/quimica/naftalina-faz-mal.htm
http://quim3f.blogspot.com/2009/08/naftalina.html
Flores da Cunha, 27 de março de 2010
Disciplina: Química
Professora: Franciéli G. Pan
Filipe Saretta Moreira
Vinicius Pelin
Turma: 106
Naftalina faz mal?
As roupas feitas com fibras naturais (lã, algodão) têm uma inimiga N° 1, as traças. Essas corroem o tecido causando estragos irreversíveis. Mas existe uma solução bem antiga para este problema, do tempo de seus bisavôs: a naftalina. Essa substância tem como principal função matar as traças e suas larvas com os vapores que exala. A naftalina, quimicamente designada de naftaleno, é um hidrocarboneto aromático cuja molécula é constituída por dois anéis benzênicos condensados. Apresenta a fórmula molecular C10H8.
Ela possui a propriedade de sublimação (passagem do estado sólido para o gasoso de forma direta), e é justamente por isso que se torna eficiente no combate às traças. Mas, infelizmente, o vapor exalado é tóxico não apenas para micro-organismos, mas para todos que o inalam.
Para que o uso da naftalina seja eficiente e ao mesmo tempo seguro, coloque-a junto com as roupas em embalagem lacrada, dessa forma não oferece perigo. Os vapores tóxicos ficam contidos e apenas as traças serão afetadas com a quantidade mínima do produto.
Não vista imediatamente as roupas após retirá-las do armário, deixe-as expostas em local arejado um dia ante de usá-las.
Não abra a embalagem, mas, se por um acaso ela se rasgar, descarte o produto.
Sintomas e conseqüências da intoxicação com naftalina:
Irritação nos olhos, na pele e no aparelho respiratório.
Fortes dores de cabeça, confusão mental e lesões no fígado e nos rins.
A exposição prolongada ao produto pode aumentar o risco de cataratas.
O perigo pode ser ainda maior se porventura crianças confundirem as bolinhas brancas de naftalina com balas comestíveis. A ingestão pode provocar vômitos, diarréia e convulsões.
Portanto, se ao contato com o produto sentir qualquer um desses sintomas, procure por cuidados médicos imediatamente.
Com todas essas informações você já deve ter uma reposta à pergunta:
Naftalina faz mal?
Sim então não é bom que você respire este produto químico regularmente.
Bibliografia: http://www.brasilescola.com/quimica/naftalina-faz-mal.htm
http://quim3f.blogspot.com/2009/08/naftalina.html
Flores da Cunha, 27 de março de 2010
Escola Estadual de Encino Medio São Rafael
Disciplina: Quimica
Professora: Francieli G Pam
Cristiano Paschoal dos Santos Nº 6
Letícia Hank Susin Nº 26
Seria: 1º Turma: 106
Descrição do mercurio :
Nome: Mercúrio
Símbolo: Hg
Cor: prateado
Número Atômico: 80
Massa Atômica: 200,59
Densidade:13,6 g/ml
Temperatura de Fusão/Ebulição: -38,87 ºC / +356,58ºC
Estado Físico Natural: líquido a temperatura ambiente
Uso Industrial: termômetros, barômetros, lâmpadas, medicamentos, espelhos, detonadores, corantes, entre outros.
Produção mundial: 3 400 toneladas/ano
O mercúrio é o único metal que é líquido a temperatura ambiente, este metal líquido prateado é muito denso, e ainda possui uma tensão superficial alta o bastante para fazer com que o seja capaz de formar pequenas esferas perfeitas nas rochas e minerais onde é encontrado.
Quando congelado e submetido a baixas pressões, o mercúrio forma cristais no sistema romboédrico e no sistema tetragonal se submetido a altas pressões. O mercúrio dissolve facilmente o ouro e a prata o chumbo e metais alcalinos formando ligas relativamente consistentes conhecidas como amálgamas.
Empregado na medicina desde a antiguidade, o mercúrio vem sofrendo substituição por outros medicamentos mais potentes e menos tóxicos.
Efeitos Ecológicos do Mercúrio, as atividades industriais e a utilização de combustíveis fossem em geral são acompanhadas por grandes derramamentos de mercúrio. Quando um curso de água é poluído pelo mercúrio, parte deste se volatiliza na atmosfera e depois torna a cair , em seu estado original com as chuvas. Uma outra parte absorvida direta ou indiretamente pelas plantas e animais aquáticos circula e se concentra em grandes quantidades ao longo das cadeias alimentares. Alem disso, a atividade microbiana transforma o mercúrio metálico em mercúrio orgânico, altamente tóxico.
Riscos que o Mercurio pode causar na saude : Geralmente quem foi intoxicado pelo vapor do mercúrio pode apresentar sintomas como dor de estômago, diarréia, tremores, depressão, ansiedade, gosto de metal na boca, dentes moles com inflamação e sangramento na gengiva, insônia, falhas de memória e fraqueza muscular, nervosismo, mudanças de humor, agressividade, dificuldade de prestar atenção e até demência. Mas pode contaminar-se também através de ingestão. No sistema nervoso, o produto tem efeitos desastrosos, podendo dar causa a lesões leves e até à vida vegetativa ou à morte.
Bibliografia :
http://www.saudeprev.com.br/comunidade/artigos/apostila-saude-livre-de-mercurio.pdf
http://www.areaseg.com/toxicos/mercurio.html
Flores da cunha. 9 de abril de 2010
Disciplina: Quimica
Professora: Francieli G Pam
Cristiano Paschoal dos Santos Nº 6
Letícia Hank Susin Nº 26
Seria: 1º Turma: 106
Descrição do mercurio :
Nome: Mercúrio
Símbolo: Hg
Cor: prateado
Número Atômico: 80
Massa Atômica: 200,59
Densidade:13,6 g/ml
Temperatura de Fusão/Ebulição: -38,87 ºC / +356,58ºC
Estado Físico Natural: líquido a temperatura ambiente
Uso Industrial: termômetros, barômetros, lâmpadas, medicamentos, espelhos, detonadores, corantes, entre outros.
Produção mundial: 3 400 toneladas/ano
O mercúrio é o único metal que é líquido a temperatura ambiente, este metal líquido prateado é muito denso, e ainda possui uma tensão superficial alta o bastante para fazer com que o seja capaz de formar pequenas esferas perfeitas nas rochas e minerais onde é encontrado.
Quando congelado e submetido a baixas pressões, o mercúrio forma cristais no sistema romboédrico e no sistema tetragonal se submetido a altas pressões. O mercúrio dissolve facilmente o ouro e a prata o chumbo e metais alcalinos formando ligas relativamente consistentes conhecidas como amálgamas.
Empregado na medicina desde a antiguidade, o mercúrio vem sofrendo substituição por outros medicamentos mais potentes e menos tóxicos.
Efeitos Ecológicos do Mercúrio, as atividades industriais e a utilização de combustíveis fossem em geral são acompanhadas por grandes derramamentos de mercúrio. Quando um curso de água é poluído pelo mercúrio, parte deste se volatiliza na atmosfera e depois torna a cair , em seu estado original com as chuvas. Uma outra parte absorvida direta ou indiretamente pelas plantas e animais aquáticos circula e se concentra em grandes quantidades ao longo das cadeias alimentares. Alem disso, a atividade microbiana transforma o mercúrio metálico em mercúrio orgânico, altamente tóxico.
Riscos que o Mercurio pode causar na saude : Geralmente quem foi intoxicado pelo vapor do mercúrio pode apresentar sintomas como dor de estômago, diarréia, tremores, depressão, ansiedade, gosto de metal na boca, dentes moles com inflamação e sangramento na gengiva, insônia, falhas de memória e fraqueza muscular, nervosismo, mudanças de humor, agressividade, dificuldade de prestar atenção e até demência. Mas pode contaminar-se também através de ingestão. No sistema nervoso, o produto tem efeitos desastrosos, podendo dar causa a lesões leves e até à vida vegetativa ou à morte.
Bibliografia :
http://www.saudeprev.com.br/comunidade/artigos/apostila-saude-livre-de-mercurio.pdf
http://www.areaseg.com/toxicos/mercurio.html
Flores da cunha. 9 de abril de 2010
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina:Química
Professor:Franciely G. Pan
Alunos: Guilherme Curra
Alunos: Jhony dos Santos Paim
Série:1º Ano Turma:102
Celulares Explosivos
A notícia de que um aparelho celular pode explodir um posto de gasolina pode assustar muita gente, mas saiba que isso pode acontecer se uma seqüência de fatores ocorrerem na hora do abastecimento. É claro que um acontecimento como este é raro, mas é possível!
Para ocorrer uma explosão é necessária uma faísca e todos sabem que a área de abastecimento de veículo é uma área de risco, devido aos gases inflamáveis liberados pela abertura do bocal do veículo, durante a passagem do combustível do bico da bomba para o tanque do automóvel. Há um risco de que estes gases possam se inflamar se expostos a uma fonte de ignição (calor, faíscas elétricas ou chama).
Os celulares NÃO podem ser usados em postos na área próxima das bombas de abastecimento, existem frestas na caixa do aparelho que podem possibilitar contato de alguma centelha interna com a atmosfera externa. Esta centelha é proveniente do campo elétrico existente no interior do celular. Portanto, se for preciso atender a uma ligação é melhor que seja dentro das lojas de conveniência.
Os acidentes deste tipo já ocorridos são na maioria em postos de auto-atendimento. Nestes postos o próprio motorista é quem abastece, e como todo mundo, na tentativa de fazer duas tarefas ao mesmo (atender o celular e abastecer o carro), acaba por provocar um grave acidente.
Outro fator que pode ocasionar um incêndio nos postos é o retorno ao carro enquanto o tanque enche. Pelo atrito com o estofado, por exemplo, a pele adquire eletricidade estática, que, transferida à pistola da bomba, gera a faísca explosiva.
Disciplina:Química
Professor:Franciely G. Pan
Alunos: Guilherme Curra
Alunos: Jhony dos Santos Paim
Série:1º Ano Turma:102
Celulares Explosivos
A notícia de que um aparelho celular pode explodir um posto de gasolina pode assustar muita gente, mas saiba que isso pode acontecer se uma seqüência de fatores ocorrerem na hora do abastecimento. É claro que um acontecimento como este é raro, mas é possível!
Para ocorrer uma explosão é necessária uma faísca e todos sabem que a área de abastecimento de veículo é uma área de risco, devido aos gases inflamáveis liberados pela abertura do bocal do veículo, durante a passagem do combustível do bico da bomba para o tanque do automóvel. Há um risco de que estes gases possam se inflamar se expostos a uma fonte de ignição (calor, faíscas elétricas ou chama).
Os celulares NÃO podem ser usados em postos na área próxima das bombas de abastecimento, existem frestas na caixa do aparelho que podem possibilitar contato de alguma centelha interna com a atmosfera externa. Esta centelha é proveniente do campo elétrico existente no interior do celular. Portanto, se for preciso atender a uma ligação é melhor que seja dentro das lojas de conveniência.
Os acidentes deste tipo já ocorridos são na maioria em postos de auto-atendimento. Nestes postos o próprio motorista é quem abastece, e como todo mundo, na tentativa de fazer duas tarefas ao mesmo (atender o celular e abastecer o carro), acaba por provocar um grave acidente.
Outro fator que pode ocasionar um incêndio nos postos é o retorno ao carro enquanto o tanque enche. Pelo atrito com o estofado, por exemplo, a pele adquire eletricidade estática, que, transferida à pistola da bomba, gera a faísca explosiva.
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professor: Franciéli G. Pan
Nome do aluno: Tânia Zamboni
Nome do aluno: Tobias Fante
Série: 1° Turma: 202
Bomba de Bolhas:
• Água
• Copo de medida
• Saco plástico
• Toalha de papel
• Vinagre
• Fermento em pó
Modo de preparo:
• Encha os saquinhos com ½ copo de água, feche-os e agite-os.
• Coloque 1 colher e ½ de fermento em pó no meio do papel toalha e dobre como um envelope.
• Coloque ¼ copo de água morna e ½ copo de vinagre dento do saquinho plástico.
• Coloque o envelope com o pó dentro do saquinho e feche rapidamente.
• Agite um pouco e coloque-o em uma bacia.
• Em pouco tempo ele vai encher e explodir bolhas.
Bibliografia: http://www.cdcc.sc.usp.br/quimica/experimentos/bomba.html
Flores da Cunha, 09 de abril de 2010.
Disciplina: Química
Professor: Franciéli G. Pan
Nome do aluno: Tânia Zamboni
Nome do aluno: Tobias Fante
Série: 1° Turma: 202
Bomba de Bolhas:
• Água
• Copo de medida
• Saco plástico
• Toalha de papel
• Vinagre
• Fermento em pó
Modo de preparo:
• Encha os saquinhos com ½ copo de água, feche-os e agite-os.
• Coloque 1 colher e ½ de fermento em pó no meio do papel toalha e dobre como um envelope.
• Coloque ¼ copo de água morna e ½ copo de vinagre dento do saquinho plástico.
• Coloque o envelope com o pó dentro do saquinho e feche rapidamente.
• Agite um pouco e coloque-o em uma bacia.
• Em pouco tempo ele vai encher e explodir bolhas.
Bibliografia: http://www.cdcc.sc.usp.br/quimica/experimentos/bomba.html
Flores da Cunha, 09 de abril de 2010.
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Franciéli Gonçalves Pan
Nome: Gilberto da Silva
Série: 1° ano Turma: 102
Como o sabão limpa?
Uma grande descoberta revolucionou a limpeza, através dela é possível limpar sujidades acumuladas. Tudo muito simples: a mistura de óleos (ésteres) com soluções alcalinas (hidróxido de sódio ou potássio) deu origem a um produto que se dissolve em água e retira gorduras.
A molécula de sabão possui uma parte polar e outra apolar. A cadeia apolar formada por hidrocarbonetos (− CH2) se sente atraída por óleos (apolar) e a extremidade polar (contendo íons) interage com a água. Dizemos então que a molécula COONa é polar e hidrofílica (reage com água) e a cadeia de hidrocarbonetos é hidrofóbica (tem aversão à água).
O hidrocarboneto dissolve sujeira e óleos, enquanto que a porção ionizada torna o sabão solúvel em água. Assim, permite que a água remova matéria normalmente insolúvel em água, por meio da emulsificação.
O sabão limpa porque as suas moléculas se ligam tanto a moléculas não-polares (como gordura ou óleo) quanto polares (como água). Embora a gordura geralmente adira à pele ou à roupa, as moléculas de sabão ligam-se à gordura e tornam-na mais fácil de ser enxaguada em água. Quando aplicada a uma superfície suja, a água com sabão mantém as partículas de sujeira em suspensão, para que o conjunto possa ser enxaguado com água limpa.
Bibliografia:
Sites: http://pt.wikipedia.org/
http://www.brasilescola.com/quimica/
Disciplina: Química
Professora: Franciéli Gonçalves Pan
Nome: Gilberto da Silva
Série: 1° ano Turma: 102
Como o sabão limpa?
Uma grande descoberta revolucionou a limpeza, através dela é possível limpar sujidades acumuladas. Tudo muito simples: a mistura de óleos (ésteres) com soluções alcalinas (hidróxido de sódio ou potássio) deu origem a um produto que se dissolve em água e retira gorduras.
A molécula de sabão possui uma parte polar e outra apolar. A cadeia apolar formada por hidrocarbonetos (− CH2) se sente atraída por óleos (apolar) e a extremidade polar (contendo íons) interage com a água. Dizemos então que a molécula COONa é polar e hidrofílica (reage com água) e a cadeia de hidrocarbonetos é hidrofóbica (tem aversão à água).
O hidrocarboneto dissolve sujeira e óleos, enquanto que a porção ionizada torna o sabão solúvel em água. Assim, permite que a água remova matéria normalmente insolúvel em água, por meio da emulsificação.
O sabão limpa porque as suas moléculas se ligam tanto a moléculas não-polares (como gordura ou óleo) quanto polares (como água). Embora a gordura geralmente adira à pele ou à roupa, as moléculas de sabão ligam-se à gordura e tornam-na mais fácil de ser enxaguada em água. Quando aplicada a uma superfície suja, a água com sabão mantém as partículas de sujeira em suspensão, para que o conjunto possa ser enxaguado com água limpa.
Bibliografia:
Sites: http://pt.wikipedia.org/
http://www.brasilescola.com/quimica/
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Franciéli Gonçalves Pan
Nome: Rafael Scariote
Romeu Mezzomo
Série: 1° ano Turma: 104
Existe líquido que não molha?
As forças de coesão são responsáveis por manter moléculas e átomos de um mesmo material unidos, já a força de adesão é a atração que as partículas de um material exercem sobre partículas de outros materiais. Um líquido molha devido às forças de adesão presentes nele, ao entrar em contato com uma superfície essas forças fazem com que a superfície fique molhada.
O mercúrio que corre dentro dos termômetros, é um bom exemplo, pois, não molha o vidro, nem qualquer tipo de papel, mas, se for jogado sobre uma superfície de ouro, a bolinha de mercúrio se desfaz, espalhando-se. O que determina se um líquido molha ou não é uma disputa entre as forças de coesão que mantêm moléculas e átomos de um mesmo material unido. Ou seja, um líquido molha quando as partículas da superfície geram uma atração maior do que a atração das partículas entre si.
Os átomos de mercúrio ao entrarem em contato com uma superfície de vidro, não são atraídos pelas moléculas de SiOH (hidróxido de silício presente no vidro), preferem se ligar entre si, ou seja, a força de coesão é maior do que a de atração. O mesmo não acontece quando moléculas de água entram em contato com superfícies de vidro, pelo contrário, elas se desfazem estabelecendo ligações O-H com as moléculas de SiOH, por isso então é que a água molha o vidro.
Isso tudo nos leva a uma conclusão sobre a pergunta inicial: existe líquido que não molha? Existe sim, mas depende da composição química do líquido como também da superfície onde ele é depositado. O que determina é a disputa entre as forças de coesão e as forças de adesão.
Bibliografia:
Sites: http://www.mundoeducacao.com.br/quimica/
http://cienciasaqui.blogspot.com
Flores da Cunha, 29 de março de 2010
Disciplina: Química
Professora: Franciéli Gonçalves Pan
Nome: Rafael Scariote
Romeu Mezzomo
Série: 1° ano Turma: 104
Existe líquido que não molha?
As forças de coesão são responsáveis por manter moléculas e átomos de um mesmo material unidos, já a força de adesão é a atração que as partículas de um material exercem sobre partículas de outros materiais. Um líquido molha devido às forças de adesão presentes nele, ao entrar em contato com uma superfície essas forças fazem com que a superfície fique molhada.
O mercúrio que corre dentro dos termômetros, é um bom exemplo, pois, não molha o vidro, nem qualquer tipo de papel, mas, se for jogado sobre uma superfície de ouro, a bolinha de mercúrio se desfaz, espalhando-se. O que determina se um líquido molha ou não é uma disputa entre as forças de coesão que mantêm moléculas e átomos de um mesmo material unido. Ou seja, um líquido molha quando as partículas da superfície geram uma atração maior do que a atração das partículas entre si.
Os átomos de mercúrio ao entrarem em contato com uma superfície de vidro, não são atraídos pelas moléculas de SiOH (hidróxido de silício presente no vidro), preferem se ligar entre si, ou seja, a força de coesão é maior do que a de atração. O mesmo não acontece quando moléculas de água entram em contato com superfícies de vidro, pelo contrário, elas se desfazem estabelecendo ligações O-H com as moléculas de SiOH, por isso então é que a água molha o vidro.
Isso tudo nos leva a uma conclusão sobre a pergunta inicial: existe líquido que não molha? Existe sim, mas depende da composição química do líquido como também da superfície onde ele é depositado. O que determina é a disputa entre as forças de coesão e as forças de adesão.
Bibliografia:
Sites: http://www.mundoeducacao.com.br/quimica/
http://cienciasaqui.blogspot.com
Flores da Cunha, 29 de março de 2010
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Química
Francieli G. Pam
Fabiane Bentaque Antunes
1ª série 106
Porque os papagaios falam?
Na natureza, os papagaios usam o canto para trocar informações. Quando são colocados em cativeiro, porém, eles compensam a falta de comunicação reproduzindo sons domésticos e palavras repetidas pelas pessoas. “Papagaios têm facilidade para imitar a voz humana porque o som que emite apresenta características comuns á fala humana. A voz das outras aves costuma ser mais assobiada, rápida e aguda”.
Sua capacidade intelectual o faz decodificar e memorizar novos sons. Assim como beija-flores, tem núcleos cerebrais dedicados aos sons mais complexos. O controle da siringe – órgão presente em todos os pássaros, equivalente ás cordas vocais humanas – permite ao papagaio emitir sons articulados que vão além de melodiosos assobios.
A anatomia do bico turbina o som. A língua e o palato – parte superior interna – fazem o som reverberar e sair mais potente. A voz natural dos papagaios tem características comuns a fala humana, como timbre rico em harmônicos e modulações suaves. Isso também ajuda na hora da “imitação”.
Revista Mundo Estranho/Editora Abril/março de 2010.
Flores da Cunha, 03 de abril de 2010.
Química
Francieli G. Pam
Fabiane Bentaque Antunes
1ª série 106
Porque os papagaios falam?
Na natureza, os papagaios usam o canto para trocar informações. Quando são colocados em cativeiro, porém, eles compensam a falta de comunicação reproduzindo sons domésticos e palavras repetidas pelas pessoas. “Papagaios têm facilidade para imitar a voz humana porque o som que emite apresenta características comuns á fala humana. A voz das outras aves costuma ser mais assobiada, rápida e aguda”.
Sua capacidade intelectual o faz decodificar e memorizar novos sons. Assim como beija-flores, tem núcleos cerebrais dedicados aos sons mais complexos. O controle da siringe – órgão presente em todos os pássaros, equivalente ás cordas vocais humanas – permite ao papagaio emitir sons articulados que vão além de melodiosos assobios.
A anatomia do bico turbina o som. A língua e o palato – parte superior interna – fazem o som reverberar e sair mais potente. A voz natural dos papagaios tem características comuns a fala humana, como timbre rico em harmônicos e modulações suaves. Isso também ajuda na hora da “imitação”.
Revista Mundo Estranho/Editora Abril/março de 2010.
Flores da Cunha, 03 de abril de 2010.
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Francieli G. Pan
Daniele Variza
Ediane da Silva
Série: 1 ° ano Turma: 105
Raios, Relâmpagos e Trovões
As nuvens se eletrizam a partir das colisões de partículas de gelo acumuladas em seu interior.
Durante as colisões, as partículas de gelo perdem elétrons e transformam-se em íons. Isso torna a nuvem eletricamente carregada. As partículas têm tamanho variado e, segundo medidas feitas por sondas meteorológicas, as menores e mais leves ficam com carga positiva e as maiores e mais pesadas com carga negativa. Geralmente a parte inferior, a base da nuvem, e a parte superior ou topo da nuvem, são os locais de maior acúmulo de carga, de sinais contrários, funcionando assim como armaduras de um capacitor.
As cargas distribuídas na base e no topo das nuvens produzem um campo elétrico interno, denominado campo elétrico intra-nuvem. Além disso, com o acúmulo de cargas em sua superfície externa, a nuvem pode provocar uma indução eletrostática na superfície de outras nuvens ou no solo imediatamente abaixo.
A Carga Líder, em geral negativa, aproxima-se de cargas positivas localizadas no solo ou nas nuvens. A carga acumulada no canal condutor produz um aumento na intensidade do campo elétrico entre as cargas, gerando uma nova quebra da rigidez dielétrica do ar. Por efeito dessa quebra, devido ao alto nível de intensidade desse campo, íons positivos são arrancados do solo (ou da nuvem para onde as cargas negativas se dirigem). Isto explica a afirmação: na maioria dos casos, a descarga elétrica ocorre do solo para a nuvem. A intensificação do campo elétrico provoca o surgimento de vários caminhos (canais) por onde esses íons se deslocam ao encontro da Líder. Os íons positivos são denominados Líderes Conectantes ou Descargas Conectantes. No caso de descargas nuvem-solo, esse segundo rompimento da rigidez dielétrica ocorre quando a Líder está cerca de 10 m de distância do local de onde os íons positivos são arrancados. Essas cargas se encontram aproximadamente a meia distância do percurso. Assim se completa o canal do relâmpago.
As principais conseqüências dos raios são o relâmpago e o trovão.
O relâmpago pode ocorrer dentro de uma nuvem, de uma nuvem para outra, ou da terra para a nuvem, mas a origem dos relâmpagos nas nuvens de trovoadas ainda é debatida, estes ocorrem com bastante freqüência.
O relâmpago propriamente dito ocorre como clímax dos seguintes eventos. Uma nuvem tempestuosa gera cargas negativas na sua parte mais baixa, o que induz uma carga positiva na superfície da terra abaixo dela. Esta carga positiva segue sob a nuvem, subindo por árvores, colinas, prédios altos, até por pessoas, tentando atingir a base negativa da nuvem. Quando a nuvem acumula o potencial de 100 milhões de volts - que pode chegar a 300 milhões de volts - sua energia transborda no que é chamado de lance líder.
O relâmpago produz o trovão, um dos sons mais altos da natureza.
Quando o raio acontece, ele aquece a região onde se propagou (são mais de 1000Kna região infinitesimal do raio). Isto expande o ar, que se comprime novamente violentamente. Gerando assim, uma onda sonora, o trovão.
Bibliografia:
www.ufpa.br/ccen/fisica/aplicada/formac.htm
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20060908110903AACFxwm
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20060802124832AAwF5Mp
Disciplina: Química
Professora: Francieli G. Pan
Daniele Variza
Ediane da Silva
Série: 1 ° ano Turma: 105
Raios, Relâmpagos e Trovões
As nuvens se eletrizam a partir das colisões de partículas de gelo acumuladas em seu interior.
Durante as colisões, as partículas de gelo perdem elétrons e transformam-se em íons. Isso torna a nuvem eletricamente carregada. As partículas têm tamanho variado e, segundo medidas feitas por sondas meteorológicas, as menores e mais leves ficam com carga positiva e as maiores e mais pesadas com carga negativa. Geralmente a parte inferior, a base da nuvem, e a parte superior ou topo da nuvem, são os locais de maior acúmulo de carga, de sinais contrários, funcionando assim como armaduras de um capacitor.
As cargas distribuídas na base e no topo das nuvens produzem um campo elétrico interno, denominado campo elétrico intra-nuvem. Além disso, com o acúmulo de cargas em sua superfície externa, a nuvem pode provocar uma indução eletrostática na superfície de outras nuvens ou no solo imediatamente abaixo.
A Carga Líder, em geral negativa, aproxima-se de cargas positivas localizadas no solo ou nas nuvens. A carga acumulada no canal condutor produz um aumento na intensidade do campo elétrico entre as cargas, gerando uma nova quebra da rigidez dielétrica do ar. Por efeito dessa quebra, devido ao alto nível de intensidade desse campo, íons positivos são arrancados do solo (ou da nuvem para onde as cargas negativas se dirigem). Isto explica a afirmação: na maioria dos casos, a descarga elétrica ocorre do solo para a nuvem. A intensificação do campo elétrico provoca o surgimento de vários caminhos (canais) por onde esses íons se deslocam ao encontro da Líder. Os íons positivos são denominados Líderes Conectantes ou Descargas Conectantes. No caso de descargas nuvem-solo, esse segundo rompimento da rigidez dielétrica ocorre quando a Líder está cerca de 10 m de distância do local de onde os íons positivos são arrancados. Essas cargas se encontram aproximadamente a meia distância do percurso. Assim se completa o canal do relâmpago.
As principais conseqüências dos raios são o relâmpago e o trovão.
O relâmpago pode ocorrer dentro de uma nuvem, de uma nuvem para outra, ou da terra para a nuvem, mas a origem dos relâmpagos nas nuvens de trovoadas ainda é debatida, estes ocorrem com bastante freqüência.
O relâmpago propriamente dito ocorre como clímax dos seguintes eventos. Uma nuvem tempestuosa gera cargas negativas na sua parte mais baixa, o que induz uma carga positiva na superfície da terra abaixo dela. Esta carga positiva segue sob a nuvem, subindo por árvores, colinas, prédios altos, até por pessoas, tentando atingir a base negativa da nuvem. Quando a nuvem acumula o potencial de 100 milhões de volts - que pode chegar a 300 milhões de volts - sua energia transborda no que é chamado de lance líder.
O relâmpago produz o trovão, um dos sons mais altos da natureza.
Quando o raio acontece, ele aquece a região onde se propagou (são mais de 1000Kna região infinitesimal do raio). Isto expande o ar, que se comprime novamente violentamente. Gerando assim, uma onda sonora, o trovão.
Bibliografia:
www.ufpa.br/ccen/fisica/aplicada/formac.htm
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20060908110903AACFxwm
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20060802124832AAwF5Mp
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Franciéli G. Pan
Celso Ortigara Junior
Eduarda Guarese
Numero:
Serie: 1 ano
Turma: 101
Por que a espuma de sabonete e detergente coloridos e a espuma é branca?
Antes de tudo, é preciso entender por que a cor do sabonete não é transferida para a espuma. O sabonete e o detergente, quando concentrados, são coloridos devido à presença de corantes. Para fazer espuma, misturamos o produto concentrado a uma quantidade proporcionalmente muito maior de algum solvente (em geral, água limpa). O resultado é que, nas finas e transparentes paredes de uma bolha de sabão, a presença de corantes é mínima e, portanto, imperceptível aos nossos olhos.
O professor de química orgânica Augusto Donato, explica que a espuma possui a cor branca por causa de um processo natural determinado a partir da utilização do sabão.Segundo ele, o sabão é um sal formado por ácido graxo incolor que gera um processo responsável por segurar o ar junto das moléculas de água quando é agitado, movimentado, fermentado ou fervido. Este efeito produz as bolhas que formam a espuma Mas se as paredes de uma bolha são praticamente incolores, porque a espuma um amontoado de bolhas - é branca e não transparente? A resposta está na forma como nossos olhos enxergam as cores. Quando a luz incide sobre uma bolha, ocorrem dois fenômenos ópticos: a refração e a reflexão. Na refração, uma mudança de velocidade dos raios de luz que atravessam a bolha faz com que a luz branca (a do Sol, no caso) se separe em várias cores. O fenômeno fica mais evidente quando olhamos mais detidamente para uma grande bolha de sabão e vemos aquelas manchas coloridas. Uma pequena parte de luz incidente é refletida e, portanto, não muda de cor (no caso de a fonte ser a luz do Sol, continua branca). É possível mudar a cor da espuma? Sim, de duas formas. Uma delas é iluminá-la com uma luz colorida, diferente da branca. Outra opção é tingir a solução de água e sabão. No entanto, como a quantidade de água tingida nas paredes das bolhas é muito pequena, o efeito é sutil. Você pode testar, por exemplo, misturando sabão ou detergente com um pouco de café. Nesse caso, a espuma terá uma cor marrom claro, um pouco mais escura que a espuma formada a partir da solução de água cristalina e sabão.
Flores da Cunha 9 de abril de 2010
http://backco.blogspot.com/2009/06/por-que-espuma-de-sabonete-e-detergente.html
http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/interna/0,,OI2160352-EI8411,00.html
Disciplina: Química
Professora: Franciéli G. Pan
Celso Ortigara Junior
Eduarda Guarese
Numero:
Serie: 1 ano
Turma: 101
Por que a espuma de sabonete e detergente coloridos e a espuma é branca?
Antes de tudo, é preciso entender por que a cor do sabonete não é transferida para a espuma. O sabonete e o detergente, quando concentrados, são coloridos devido à presença de corantes. Para fazer espuma, misturamos o produto concentrado a uma quantidade proporcionalmente muito maior de algum solvente (em geral, água limpa). O resultado é que, nas finas e transparentes paredes de uma bolha de sabão, a presença de corantes é mínima e, portanto, imperceptível aos nossos olhos.
O professor de química orgânica Augusto Donato, explica que a espuma possui a cor branca por causa de um processo natural determinado a partir da utilização do sabão.Segundo ele, o sabão é um sal formado por ácido graxo incolor que gera um processo responsável por segurar o ar junto das moléculas de água quando é agitado, movimentado, fermentado ou fervido. Este efeito produz as bolhas que formam a espuma Mas se as paredes de uma bolha são praticamente incolores, porque a espuma um amontoado de bolhas - é branca e não transparente? A resposta está na forma como nossos olhos enxergam as cores. Quando a luz incide sobre uma bolha, ocorrem dois fenômenos ópticos: a refração e a reflexão. Na refração, uma mudança de velocidade dos raios de luz que atravessam a bolha faz com que a luz branca (a do Sol, no caso) se separe em várias cores. O fenômeno fica mais evidente quando olhamos mais detidamente para uma grande bolha de sabão e vemos aquelas manchas coloridas. Uma pequena parte de luz incidente é refletida e, portanto, não muda de cor (no caso de a fonte ser a luz do Sol, continua branca). É possível mudar a cor da espuma? Sim, de duas formas. Uma delas é iluminá-la com uma luz colorida, diferente da branca. Outra opção é tingir a solução de água e sabão. No entanto, como a quantidade de água tingida nas paredes das bolhas é muito pequena, o efeito é sutil. Você pode testar, por exemplo, misturando sabão ou detergente com um pouco de café. Nesse caso, a espuma terá uma cor marrom claro, um pouco mais escura que a espuma formada a partir da solução de água cristalina e sabão.
Flores da Cunha 9 de abril de 2010
http://backco.blogspot.com/2009/06/por-que-espuma-de-sabonete-e-detergente.html
http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/interna/0,,OI2160352-EI8411,00.html
E. E. E. M. São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Franciéli G. Pan
Glauber da Cruz
Maísa de Col
Série: 1º grau Turma: 106
Fosfina: sua queima é um terror!
A Fosfina de fórmula PH3 consiste em um gás incolor de alta inflamabilidade, é proveniente da decomposição de cadáveres (material orgânico). Ocorre que, este gás se queima a temperatura ambiente e, se estiver presente na superfície dos túmulos e o clima for relativamente quente, ocorrerá uma explosão espontânea. O produto da explosão é uma chama azulada de 2 a 3 metros de altura.
O acontecimento tornou-se popular e foi batizado de fogo fátuo. Muitas pessoas o relatam e se tornam suspeitos mentirosos, pois tem quem não acredite no fenômeno por relacioná-lo a eventos sobrenaturais (espíritos, fantasmas). Mas se quiser comprovar é só vencer o medo e visitar um cemitério à noite.
Mas não é somente em meio a cadáveres que o fogo fátuo se faz presente, ocorre também sobre a superfície de lagos e pântanos, onde a matéria orgânica de vegetais e animais mortos entra em decomposição liberando gás metano (CH4). É perigoso ocorrer incêndios nestes locais, por se tratar de matas fechadas onde o fogo fátuo pode se alastrar.
Bibliografia: http://www.brasilescola.com/quimica/fosfina-sua-queima-um-terror.htm
Flores da Cunha, 19 de março de 2010
Disciplina: Química
Professora: Franciéli G. Pan
Glauber da Cruz
Maísa de Col
Série: 1º grau Turma: 106
Fosfina: sua queima é um terror!
A Fosfina de fórmula PH3 consiste em um gás incolor de alta inflamabilidade, é proveniente da decomposição de cadáveres (material orgânico). Ocorre que, este gás se queima a temperatura ambiente e, se estiver presente na superfície dos túmulos e o clima for relativamente quente, ocorrerá uma explosão espontânea. O produto da explosão é uma chama azulada de 2 a 3 metros de altura.
O acontecimento tornou-se popular e foi batizado de fogo fátuo. Muitas pessoas o relatam e se tornam suspeitos mentirosos, pois tem quem não acredite no fenômeno por relacioná-lo a eventos sobrenaturais (espíritos, fantasmas). Mas se quiser comprovar é só vencer o medo e visitar um cemitério à noite.
Mas não é somente em meio a cadáveres que o fogo fátuo se faz presente, ocorre também sobre a superfície de lagos e pântanos, onde a matéria orgânica de vegetais e animais mortos entra em decomposição liberando gás metano (CH4). É perigoso ocorrer incêndios nestes locais, por se tratar de matas fechadas onde o fogo fátuo pode se alastrar.
Bibliografia: http://www.brasilescola.com/quimica/fosfina-sua-queima-um-terror.htm
Flores da Cunha, 19 de março de 2010
Escola Estadual de Ensino Médio São Rafael
Disciplina: Química
Professora: Francieli G. Pan
Alunos (as): Camila Giotti e Elis V. Gollin
Série: 1° ano Turma: 101
Energia do Hidrogênio
O hidrogênio é o mais simples e abundante de todos os elementos químicos. Em nosso corpo ele está presente em grande quantidade combinado com outros elementos. É constituído apenas por um próton e um elétron. O hidrogênio tem pouca massa, grande quantidade de energia e a sua utilização junto à célula a combustível permite uma fonte de energia mais valiosa, que tem vantagem sobre as fontes de combustíveis atuais.
As misturas dos gases hidrogênio e oxigênio são inflamáveis, até mesmo explosivos, dependendo da concentração. Quando queimado com oxigênio puro, os únicos subprodutos são o calor e a água. Quando queimado com ar, constituído por cerca de 68% de nitrogênio e 21% de oxigênio, alguns óxidos de nitrogênio (NOX) são formados.
Para a utilização do hidrogênio como fonte de energia é necessário o seu uso junto a uma célula de combustível.
CÉLULA DE COMBUSTÍVEL: o hidrogênio é fornecido à célula e então é dividido numa carga positiva e outra negativa. A carga negativa atravessa um circuito “gerando energia” e quando chega ao fim do percurso encontra novamente a carga positiva, combinando-se ao fim com o oxigênio e formando água.
Os tipos mais importantes de células a combustível são:
PEFMC: Membrana de Troca de Prótons;
DMFC: Célula à combustível de Metanol Direto;
PAFC: Célula à combustível e Ácido Fosfórico;
SOFC: Célula à combustível de Óxido Sólido;
MCFC: Células à combustível de Carbonato Fundido;
AFC: Célula à combustível Alcalina.
DEFC: Célula à combustível de Etanol Direto;
A energia do hidrogênio é a energia que se obtém da combinação do hidrogênio com o oxigênio(célula de combustível), produzindo vapor de água e libertando energia que é convertida em eletricidade.
A utilização do hidrogênio como energia tem suas vantagens e desvantagens:
O hidrogênio não é tóxico, mas a tecnologia é cara; redução de emissão de gases causadores do efeito estufa, mas a necessidade de utilização de metais nobres; etc.
Os usos atuais do hidrogênio incluem processos industriais, combustível para foguetes e propulsão para cápsulas espaciais. Com pesquisa e desenvolvimento mais avançados, este combustível também pode ser utilizado como uma fonte alternativa de energia para o aquecimento e iluminação de residências, geração de eletricidade e como combustível de automóveis.
BIBLIOGRAFIA:
www.passeiweb.com/saiba_mais/voce_sabia/hidrogenio_energia_alternativa.htm
www.uesb.br/energia/renováveis/ehidrogenio.htm
www.alkimia.tripod.com/curiosidades.htm
Flores da Cunha, 9 de abril de 2010
Disciplina: Química
Professora: Francieli G. Pan
Alunos (as): Camila Giotti e Elis V. Gollin
Série: 1° ano Turma: 101
Energia do Hidrogênio
O hidrogênio é o mais simples e abundante de todos os elementos químicos. Em nosso corpo ele está presente em grande quantidade combinado com outros elementos. É constituído apenas por um próton e um elétron. O hidrogênio tem pouca massa, grande quantidade de energia e a sua utilização junto à célula a combustível permite uma fonte de energia mais valiosa, que tem vantagem sobre as fontes de combustíveis atuais.
As misturas dos gases hidrogênio e oxigênio são inflamáveis, até mesmo explosivos, dependendo da concentração. Quando queimado com oxigênio puro, os únicos subprodutos são o calor e a água. Quando queimado com ar, constituído por cerca de 68% de nitrogênio e 21% de oxigênio, alguns óxidos de nitrogênio (NOX) são formados.
Para a utilização do hidrogênio como fonte de energia é necessário o seu uso junto a uma célula de combustível.
CÉLULA DE COMBUSTÍVEL: o hidrogênio é fornecido à célula e então é dividido numa carga positiva e outra negativa. A carga negativa atravessa um circuito “gerando energia” e quando chega ao fim do percurso encontra novamente a carga positiva, combinando-se ao fim com o oxigênio e formando água.
Os tipos mais importantes de células a combustível são:
PEFMC: Membrana de Troca de Prótons;
DMFC: Célula à combustível de Metanol Direto;
PAFC: Célula à combustível e Ácido Fosfórico;
SOFC: Célula à combustível de Óxido Sólido;
MCFC: Células à combustível de Carbonato Fundido;
AFC: Célula à combustível Alcalina.
DEFC: Célula à combustível de Etanol Direto;
A energia do hidrogênio é a energia que se obtém da combinação do hidrogênio com o oxigênio(célula de combustível), produzindo vapor de água e libertando energia que é convertida em eletricidade.
A utilização do hidrogênio como energia tem suas vantagens e desvantagens:
O hidrogênio não é tóxico, mas a tecnologia é cara; redução de emissão de gases causadores do efeito estufa, mas a necessidade de utilização de metais nobres; etc.
Os usos atuais do hidrogênio incluem processos industriais, combustível para foguetes e propulsão para cápsulas espaciais. Com pesquisa e desenvolvimento mais avançados, este combustível também pode ser utilizado como uma fonte alternativa de energia para o aquecimento e iluminação de residências, geração de eletricidade e como combustível de automóveis.
BIBLIOGRAFIA:
www.passeiweb.com/saiba_mais/voce_sabia/hidrogenio_energia_alternativa.htm
www.uesb.br/energia/renováveis/ehidrogenio.htm
www.alkimia.tripod.com/curiosidades.htm
Flores da Cunha, 9 de abril de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)